
O estudante de Direito Igor Amazonas, de 23 anos, foi declarado desaparecido em combate após viajar para a Ucrânia com o objetivo de atuar no conflito contra a Rússia. A notícia gerou comoção e levantou discussões sobre a presença de brasileiros em guerras no exterior.
A Faculdade de Direito da USP, onde Igor cursava o segundo ano, divulgou nota manifestando solidariedade à família e aos amigos. Segundo a instituição, ele tinha participação ativa na vida acadêmica, integrando inclusive o Grupo de Extensão Nexo Governamental XI de Agosto. A universidade também informou que acompanha o caso junto às autoridades brasileiras.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Itamaraty, afirmou que mantém contato contínuo com a família do estudante, prestando assistência consular diante da situação. O órgão também aproveitou para reforçar o alerta para que brasileiros evitem qualquer tipo de envolvimento em conflitos armados fora do país.
O caso chama atenção para os riscos enfrentados por civis que decidem ingressar em guerras estrangeiras, além de reacender o debate sobre segurança, responsabilidade e os limites desse tipo de decisão em cenários de conflito internacional.

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